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RIO – O clima de insegurança diária tem deixado moradores, motoristas e passageiros em pânico na Guerra Civil não Declarada na cidade do Rio de Janeiro, como ocorreu na manhã desta quinta-feira (24), após intenso tiroteio no Complexo de Israel, na Zona Norte da capital.
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Diversos trabalhadores que seguiam em carros, caminhões e ônibus pela Avenida Brasil, assim como a Rodovia Washington Luís, bem como demais ruas na zona norte, viveram momentos de medo e pânico durante os momentos da guerra envolvendo traficantes.
A ação de hoje, resultou até o fim da manhã em um homem morto a tiros e 5 pessoas feridas.
O passageiro da Transportadora Tinguá, empresa que opera a linha intermunicipal 493B – Ponto Chic x Central, que acabou baleado durante um intenso tiroteio no Complexo de Israel, na Avenida Brasil na manhã desta quinta-feira (24), segue em estado grave.
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A vítima identificada como Renato Oliveira, de 48 anos, é passageiro e seguia no ônibus dormindo, quando deu início ao tiroteio, momento em que o coletivo circulava pela via.
Ele foi socorrido por agentes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e populares para o Hospital Federal de Bonsucesso – HFB.
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Outras informações
Vítimas
- Paulo Roberto de Souza, 60 anos, motorista de aplicativo: deu entrada no Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo já em óbito, com perfuração na região da cabeça;
- Geneilson Eustáquio Ribeiro, 49 anos, com perfuração em crânio, foi entubado no Moacyr do Carmo, e seu quadro era gravíssimo;
- Alayde dos Santos Mendes, 24 anos, com perfuração em coxa direita, já recebeu alta do Moacyr do Carmo;
- Renato Oliveira, 48 anos, atendido no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). Estava em um ônibus da linha 493B (Ponto Chic-Central) quando uma bala perdida atravessou a janela e o acertou na cabeça;
- Um rapaz de 27 anos no HFB;
- Outro homem de 27 anos no HFB, internado sob custódia.
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Com medo dos tiros em meio a guerra civil não declarada, muitos motoristas e passageiros buscaram proteção nas muretas da Avenida Brasil.
“As tropas enfrentaram forte resistência dos criminosos e dificuldade de avanço no terreno por causa das valas que eles cavam. Há relatos de que criminosos, na tentativa de fugir, saíram atirando e por isso houve a necessidade de interrupção do fluxo da Avenida Brasil e dos ramais da Supervia”, disse a tenente-coronel Cláudia Moraes, porta-voz da PM.
Às 8h30, a via foi reaberta, mas muitos motoristas decidiram ficar onde estavam por segurança.
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Com informações do Baixada na Web
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