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BRASÍLIA E SÃO PAULO – A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – Usaid está no meio de uma grande polêmica, desde que o presidente Donald Trump assumiu a administração federal nos Estados Unidos.
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Criada em 1961 para servir de braço humanitário do governo norte-americano, a Agência dos
Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional – Usaid se tornou nos últimos anos uma das
maiores financiadoras de políticas “progressistas” no mundo.
Anualmente, a Usaid passou distribuir bilhões de dólares dos contribuintes americanos para inúmeras entidades internacionais, inclusive no Brasil. Grande parte, foi encaminhada para iniciativas de combate à fome, tratamento de doenças, distribuição de vacinas e envio de mantimentos a países em conflito.
Por outro lado, a Usaid passou destinar recursos para a organizações não governamentais – ONGs que promoviam pautas de esquerda. Inclusive no Brasil. Entre os órgãos no Brasil que receberam dinheiro da Usaid, estão entidades privadas sem fins lucrativos e até instituições públicas.
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Alguns desses órgãos, sobretudo ONGs ambientalistas, têm histórico de militância política.
Uma parte delas chegou até a participar de campanhas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro
(PL).
Na última terça-feira (4), foi feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o anúncio do fechamento da agência.
Os dados sobre as instituições brasileiras que tiveram apoio da Usaid são muitas das vezes dispersos, já que os financiamentos foram realizados por meio de parcerias indiretas ou de subcontratações.
A Usaid, juntamente com o Departamento de Estado e embaixadas dos EUA, também financiou
o Centro Internacional de Jornalistas – ICFJ. A instituição, em parceria com o YouTube Brasil,
premiou nove iniciativas de mídia no Brasil com até US$ 13.750 no projeto “Jogo Limpo 2.0”.
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Entre os premiados, estava a Alma Preta, organização identitária de jornalismo, em parceria
com o Sleeping Giants Brasil. A Alma Preta se apresenta, no site oficial, como uma “agência de
notícias e comunicação especializada na temática étnico-racial no Brasil”. Já o Sleeping Giants
fez campanhas para retirar publicidade de veículos não alinhados à agenda progressista.
Segundo a revista do Oeste, o Tribunal Superior Eleitoral – TSE também participou de ações em parceria com a Usaid. Em pelo menos duas ocasiões, em abril e em dezembro de 2021, a instituição participou de eventos com o objetivo de supostamente combater a desinformação nas no período eleitoral. Também em 2021, um ano antes das eleições que consagraram o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, o TSE elaborou o “Guia de Combate à Desinformação“. Quem capitaneou o projeto foi o Consórcio para Eleições e Fortalecimento do Processo Político – CEPPS.
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Com informações do Baixada na Web e Revista Oeste
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