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BRASÍLIA – Os sevridores dos Correios, uma empresa pública que antes chegou registrar lucros record de arrecadação, iniciaram nesta última quinta-feira (8), uma paralisação por tempo indeterminado, prejudicando a entrega de contas e encomendas em grande parte do Brasil.
A greve dos servidores está envolvendo todos os setores como os carteiros, motoristas e até mesmo trabalhadores das áreas de tratamento e atendimento.
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De acordo com a Federação Interestadual dos Sindicados dos Trabalhadores dos Correios – Findect, nove estados fazem parte da paralisação.
- São Paulo
- Alagoas
- Rio de Janeiro
- Ceará
- Maranhão
- Paraná
- Piauí
- Rio Grande do Sul
- Tocantis
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Por meio de nota, os Correios informa que todas as suas agências no Brasil seguem abertas e com todos os serviços disponíveis para a população, uma vez que a empresa está adotando medidas de contingenciamento.
Durante a paralisação dos funcionários, os Correios devem remanejar profissionais e usar horas extras para cobrir as ausências “pontuais”.
Comentando a greve para a Folha, Douglas Ramos, diretor de comunicação do Findect, ressaltou que os trabalhadores exigem uma redução da coparticipação no plano de saúde.
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Além disso, a categoria deseja um reajuste salarial pela inflação e um aumento linear de R$ 300 para todos os cargos ainda neste ano.
Por outro lado, os Correios dizem que foi proposto um reajuste de 6,05% nos salários a partir de 2025 e mais 4,11% a partir deste mês, bem como um aumento de 20% para motoristas e motociclistas.
A estatal também ressalta que há previsão de redução da coparticipação no plano de saúde de 30% para 15% e que está fazendo um concurso público para atender a demanda por mais trabalhadores.
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Com informações do Baixada na Web, Correios e Federação Interestadual dos Sindicados dos Trabalhadores dos Correios – Findect
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