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BRASÍLIA – Menos de 24 horas após a publicação da reportagem da Folha de São Paulo, ocorrida na tarde desta última terça-feira (13), em que divulgou áudios que mostra que o gabinete do Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Alexandre de Moraes teria ordenado por mensagens por aplicativo via Whatsapp e de forma não oficial a produção de relatórios pela Justiça Eleitoral.
Segundo a reportagem, as mensagens tinham na época na última eleição de 2022 o objetivo de embasar decisões do próprio ministro contra candidatos bolsonaristas no inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal – STF.
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Na tarde desta quarta-feira (14), durante uma audiência, o presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, o ministro Luís Roberto Barroso, assim como outros membros do tribunal, trataram de minimizar as revelações do jornal Folha de São Paulo.
Barroso, ao que tudo indica viu o procedimento dentro da legalidade já que, na visão do presidente do STF, havia naquele momento um termo de cooperação entre os dois tribunais em curso para combater às fake news. Esse protocolo foi assinado em maio de 2022, pelos estão presidentes do TSE, Edson Fachin, e Luiz Fux, que comandava o STF.
Segundo a publicação, Alexandre de Moraes, estaria atuando fora do rito do STF durante a condução do inquérito das fake news no segundo semestre de 2022.
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A denúncia agitou Brasília e passou ser chamada de Vaza Toga, já que houve vazamento de informações que antes eram sigilosas.
De acordo com o jornal, as informações foram conseguidas por uma fonte que seria próxima o ministro Alexandre de Moraes, não sendo obtidas de forma ilegal, ou seja, dados oficiais que foram vazados em Brasília.
Outras informações
Mais o que é a Vaza Toga
Mensagens de texto de assessores de Moraes indicam o uso “fora do rito” do TSE para avançar o inquérito das fake news, no STF, diz reportagem da Folha publicada nesta terça, 13 de agosto.
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Com informações do Baixada na Web
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