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Japeri: Jovem desaparece ao mergulhar no Rio Guandu

Japeri: Jovem morre afogado no Rio Guandu - baixadanaweb

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JAPERI – Na manhã desta sexta-feira (24), os moradores do bairro Nova Belém, na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense, seguem na busca pelo jovem identificado como Lucas Nunes, de 22 anos, após o mesmo desaparecer depois que mergulhou no Rio Guandu.

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Japeri: Jovem morre afogado no Rio Guandu - baixadanaweb
Foto: Confusão em Japeri após buscas pelo jovem Lucas – Reprodução de Rede Sociais

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No período da tarde desta última quinta-feira (23), agentes do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, foram acionados para iniciar as buscas pelo jovem, entretanto, ao comunicar aos amigos e familiares que encerraria as buscas ao não achar o corpo do jovem, houve confusão entre os populares e os militares.

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Japeri: Jovem morre afogado no Rio Guandu - baixadanaweb
Foto: Reprodução de Rede Sociais

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Um parente do jovem, se manifestou por meio de uma rede social, lamentando a possível morte, como podemos ver abaixo.

“Hoje escrevo com o coração pesado e um nó na garganta. Meu primo, Lucas Nunes, de apenas 22 anos, perdeu a vida de forma trágica ao se afogar no Rio Guandu. Uma dor imensa que, infelizmente, se repete ano após ano, especialmente nas épocas de calor, mas que poderia ser evitada com mais conscientização e responsabilidade coletiva.

O Rio Guandu, que há tanto tempo faz parte da paisagem e da vida da nossa região, também carrega um perigo que muitos ignoram. Ao longo dos meus 40 anos, nunca vi campanhas de conscientização, placas de alerta sobre os riscos de morte ou sequer sinalizações proibindo o banho. Parece que o perigo é tratado como algo invisível, até que vidas sejam perdidas, e tragédias como a de ontem nos lembrem da necessidade urgente de mudança.

É verdade que todos nós devemos refletir sobre as nossas escolhas. Banhar-se em rios como o Guandu, especialmente em épocas de calor, é uma decisão que traz riscos, e é essencial ter cuidado. Mas a responsabilidade não pode recair apenas sobre quem se aventura nas águas. Onde estão as ações preventivas? Onde estão as placas? Onde está a orientação para evitar que jovens como Lucas, cheios de sonhos e energia, percam a vida?

Não se trata de apontar culpados, mas de fazer um apelo para que algo seja feito. Não podemos continuar assistindo a tragédias que se repetem ano após ano como se fossem inevitáveis. O Rio Guandu, assim como outros rios, precisa de atenção, de cuidado e de respeito, tanto de quem o frequenta quanto das autoridades responsáveis por garantir a segurança de todos.

Hoje, deixo meu desabafo e o meu pedido: que a morte do Lucas não seja apenas mais uma estatística. Que ela seja um alerta, um chamado para que olhemos com mais seriedade para os riscos que rondam nossos rios e que possamos, juntos, evitar que outras famílias passem por essa dor imensurável.

Que a memória do Lucas nos inspire a lutar por mudanças e que, um dia, possamos dizer que fizemos o possível para proteger vidas”. Escreveu seu primo Maxwell Nunes

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Com informações do Baixada na Web

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